País
Circunstâncias serão apuradas. Governo manifesta pesar por morte de bombeiro em Paredes
A associação dos bombeiros de Rebordosa adiantou que "as circunstâncias exatas que rodearam esta fatalidade estão a ser devidamente apuradas pelas entidades competentes".
O ministro da Administração Interna manifestou esta segunda-feira o seu “profundo pesar pela morte de um bombeiro, de 25 anos, da Corporação de Bombeiros Voluntários de Rebordosa”. O jovem morreu na sequência de uma ação de formação que decorria na Escola Nacional de Bombeiros, sediada no quartel dos Bombeiros Voluntários de Baltar, em Paredes.
“Neste momento de dor, o ministro e toda a sua equipa da Administração Interna apresentam as mais sentidas condolências à família e aos amigos da vítima, a quem expressam toda a solidariedade, extensiva à Corporação de Bombeiros Voluntários de Rebordosa”, lê-se numa nota à comunicação social.
“Perante esta profunda tristeza, prestamos também homenagem a todos os bombeiros voluntários do nosso país, pelo seu espírito de abnegação, sentido de responsabilidade e compromisso permanente com a proteção das populações e dos seus bens”, acrescenta. O presidente da Câmara de Paredes decretou entretanto dois dias de luto municipal pela morte do bombeiro.
O autarca Alexandre Almeida “decreta dois dias de luto municipal (5 e 6 de outubro)”, cancelando “todas as suas atividades lúdicas durante estes dois dias em honra do bombeiro Eduardo Santos”.
Na nota, assinada pelo presidente da Câmara, Alexandre Almeida diz que foi "com consternação" que recebeu a notícia deste falecimento ocorrida "num trágico acidente, numa ação de formação a decorrer no quartel da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Baltar".
O concelho de Paredes, no distrito do Porto, terá, igualmente, a bandeira a meia haste.Circunstâncias serão apuradas
Fonte da Liga dos Bombeiros Portugueses avançou à agência Lusa que as "circunstâncias (da morte) vão ser apuradas".
A agência Lusa tentou obter mais informações junto do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Área Metropolitana do Porto e dos bombeiros da região, mas sem sucesso.
O Jornal de Notícias adianta que a vítima ter-se-á colocado atrás de uma viatura que, quando iniciou a marcha, o atropelou.
O jovem bombeiro entrou em paragem cardiorrespiratória, mas, apesar de ter sido assistido pelos bombeiros e pela equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Vale do Sousa, não resistiu à gravidade dos ferimentos e o óbito foi declarado no local.Corporação manifesta tristeza
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Rebordosa, em Paredes, manifestou igualmente "profunda tristeza" pela morte de um dos seus bombeiros.
Nas redes sociais, a corporação do distrito do Porto recorda que o bombeiro "partiu enquanto cumpria uma missão de aprendizagem e preparação para melhor servir os outros" e remete para mais tarde qualquer pormenor sobre o acidente.
Já num comunicado posterior enviado à imprensa, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Rebordosa reitera que "as circunstâncias exatas que rodearam esta fatalidade estão a ser devidamente apuradas pelas entidades competentes através dos procedimentos formais adequados".
"A seu tempo, e quando houver elementos técnicos e periciais apurados, serão prestados os esclarecimentos necessários", escreve a associação, pedindo "sensibilidade e compreensão" e "que seja respeitado o espaço de recolhimento, luto e privacidade da família neste período de dor extrema".
c/ Lusa
“Neste momento de dor, o ministro e toda a sua equipa da Administração Interna apresentam as mais sentidas condolências à família e aos amigos da vítima, a quem expressam toda a solidariedade, extensiva à Corporação de Bombeiros Voluntários de Rebordosa”, lê-se numa nota à comunicação social.
“Perante esta profunda tristeza, prestamos também homenagem a todos os bombeiros voluntários do nosso país, pelo seu espírito de abnegação, sentido de responsabilidade e compromisso permanente com a proteção das populações e dos seus bens”, acrescenta. O presidente da Câmara de Paredes decretou entretanto dois dias de luto municipal pela morte do bombeiro.
O autarca Alexandre Almeida “decreta dois dias de luto municipal (5 e 6 de outubro)”, cancelando “todas as suas atividades lúdicas durante estes dois dias em honra do bombeiro Eduardo Santos”.
Na nota, assinada pelo presidente da Câmara, Alexandre Almeida diz que foi "com consternação" que recebeu a notícia deste falecimento ocorrida "num trágico acidente, numa ação de formação a decorrer no quartel da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Baltar".
O concelho de Paredes, no distrito do Porto, terá, igualmente, a bandeira a meia haste.Circunstâncias serão apuradas
Fonte da Liga dos Bombeiros Portugueses avançou à agência Lusa que as "circunstâncias (da morte) vão ser apuradas".
A agência Lusa tentou obter mais informações junto do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Área Metropolitana do Porto e dos bombeiros da região, mas sem sucesso.
O Jornal de Notícias adianta que a vítima ter-se-á colocado atrás de uma viatura que, quando iniciou a marcha, o atropelou.
O jovem bombeiro entrou em paragem cardiorrespiratória, mas, apesar de ter sido assistido pelos bombeiros e pela equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Vale do Sousa, não resistiu à gravidade dos ferimentos e o óbito foi declarado no local.Corporação manifesta tristeza
A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Rebordosa, em Paredes, manifestou igualmente "profunda tristeza" pela morte de um dos seus bombeiros.
Nas redes sociais, a corporação do distrito do Porto recorda que o bombeiro "partiu enquanto cumpria uma missão de aprendizagem e preparação para melhor servir os outros" e remete para mais tarde qualquer pormenor sobre o acidente.
Já num comunicado posterior enviado à imprensa, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Rebordosa reitera que "as circunstâncias exatas que rodearam esta fatalidade estão a ser devidamente apuradas pelas entidades competentes através dos procedimentos formais adequados".
"A seu tempo, e quando houver elementos técnicos e periciais apurados, serão prestados os esclarecimentos necessários", escreve a associação, pedindo "sensibilidade e compreensão" e "que seja respeitado o espaço de recolhimento, luto e privacidade da família neste período de dor extrema".
c/ Lusa